LGPD na saúde: o que ILPI, lar de idosos e Home Care precisam organizar
Dados de saúde são sensíveis. Veja o mínimo que a instituição precisa ter no sistema e no contrato com a família.

Casa de repouso, ILPI e Home Care tratam dado de saúde o dia inteiro: diagnóstico, medicação, evolução, documento de identidade, contato da família. Pela LGPD isso é dado sensível. Não basta “ter senha no computador”.
Na prática, o mínimo operacional é: cada pessoa da equipe com login próprio, perfil de acesso (quem vê financeiro não precisa ver o mesmo que a coordenação clínica), registro de quem alterou o prontuário, e um canal para o titular ou responsável pedir exportação ou exclusão quando a lei exigir.
Planilha compartilhada e grupo de WhatsApp da família misturam dado clínico com conversa informal. Um sistema para casa de repouso concentra o histórico no prontuário e reduz o hábito de mandar foto de receita no privado. Isso não substitui o jurídico da instituição, mas reduz o vazamento acidental.
No Amparo, logo, dados da instituição, convites de equipe e exportação LGPD ficam na conta da casa. O operador da plataforma é a ZionStack. Política de privacidade e termos do site descrevem finalidades, DPO e prazos. Vale alinhar o contrato com o residente/família ao que o software realmente guarda.
Se você está escolhendo um software home care ou sistema para ILPI, pergunte: onde o arquivo fica (banco e bucket), quem acessa, por quanto tempo o backup existe e como a casa pede a exclusão da conta. Sem resposta clara, o risco não é só multa — é confiança da família.
O Amparo Sistemas é a plataforma completa de tecnologia para Casas de Repouso, ILPIs e Home Care no Brasil. Unimos prontuário eletrônico com inteligência artificial, aprazamento 24h, conformidade RDC 502 ANVISA e portal da família para uma gestão segura e humanizada.
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